Foto By Patrícia Stanquevisch

Foto By Patrícia Stanquevisch

Minha conexão com o Monte Shasta começou quando conheci os mestres Ascencionados. Num dia com sentimentos conturbados, decidi ir a pé para o trabalho. E, do outro lado da rua, vi uma casinha com o símbolo do OM na fachada. Resolvi conhecer de perto. Na vitrine havia o livro de Saint Germain, a Chama Violeta. Entrei, (coisas aconteceram lá dentro, que vale outro artigo) comprei o livro e fui embora. De noite, a leitura superou a madrugada. Havia uma série de meditações. Fiz uma delas, onde eu pedia que minha vida mudasse, que o que não era mais preciso acabasse. No outro dia, meu casamento, que até então era sólido, acabou. Fiquei com medo do livro e o escondi numa gaveta, por uns dois anos.

Depois disso, resolvi retomar a leitura e entender mais. Comecei a estudar as energias das 12 chamas. E aprofundei meu contato com Saint Germain.

O Monte Shasta é conhecido como o local onde a energia da Chama Violeta está ancorada no Planeta. 

Em 2015, resolvi ir até lá. Já havia tido o insight de locais no mundo para visitar, e o Monte era um deles. Não consegui cumprir a decisão.

Em novembro deste mesmo ano, veio forte que eu deveria ir. Não tive dúvidas. Me movimentei, com mais pessoas. Arrecadamos os valores necessários, colaborativamente. Fui. Acompanhada de Barbra Muller.

Lá, uma série de experiências me confirmaram que a energia da Chama Violeta, de fato, ali se potencializa. Entrei em contato com as energias feminina e masculina do Planeta, compreensão da morte, saúde e doença e pude ser ponte para uma centena de intenções de pessoas que enviaram para lá, muitas delas, com feedback de terem sido atendidas e transformadas.

Estar no Monte Shasta foi um presente em 2016, mas principalmente firmou um compromisso de inspirar mais pessoas a visitarem e viverem a experiência do que eu chamo de Vórtice da Transmutação. Fizemos um Diário de Bordo dessa primeira experiência.