O Ser Infinito que você é. Dia 5

O Ser Infinito que você é, com Patrícia Stanquevisch.jpg

O Ser Infinito que você é compreende a diferença entre Julgamento e Consciência.

Não é porque você considere algo bom, bonito que aquilo não seja um julgamento. Você endeusa alguém, por exemplo. Acha a pessoa incrível, maravilhosa, perfeita. Até o momento em que ela faz algo que você não goste e aquilo muda completamente. Os dois lado da moeda foram julgamento.

O mesmo você pode perceber quando alguém te acha o máximo. No meu trabalho isso sempre acontece. As pessoas acham que eu falo, faço e crio coisas fantásticas. Até o momento em que eu faça algo que no ponto de vista delas é ruim. Tudo vai por água abaixo. Passam a me odiar, me excluir. Porque tudo isso, está dentro do julgamento delas.

Quando você olha para alguém e reconhece tudo o que ela é, sem julgar, somente reconhecendo e ficando no Interessante Ponto de Vista, este peso não acontecerá. Você não criará a expectativa da perfeição em ninguém. Isso é consciência. E você está na permissão de receber a contribuição que está disponível.

Você pode ter consciência de que aquela pessoa tem uma determinada potência e aquilo é simplesmente o que ela é.

Consciência tudo inclui e nada julga, diz Gary Douglas e Dain Heer o tempo todo. E eu também.

Um dia destes uma pessoa me disse que ama os processos de Access, mas não acha legal a forma de negócios deles, como falam de dinheiro e sexo. Quando você julga qualquer aspecto de algo, aquilo é você. Você julga seu negócio e muitas vezes por isso ele não prospera. Você não está disposto a estar errado. Isso é uma barreira para você.

Como nos demais áudios, sugiro que você se mantenha no Interessante Ponto de Vista. Inclusive quando alguém tem um julgamento positivo de você. Não se alimente disso.

Somos infinitos e sermos definidos por um julgamento é muito pouco para nós. Muito pouco.

Patrícia Stanquevisch

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