HUNA - sabedoria kahuna

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Quando conheci o Jogo da Transformação® , o que mais me chamou atenção foi a forma que as respostas vinham de dentro de mim. Era impossível o facilitador saber aquelas respostas. E, de fato, o que parte deste papel na facilitação, é auxiliar e fazer perguntas para que tenhamos clareza quando elas aparecem.

Percebi que o valor está nisso. A resposta sempre está dentro e o outro te ajuda a fazer emergir o que precisa entender, dissolver ou fortalecer.

Por isso, me conecto muito com ferramentas que não me colocam numa forma, por personalidade ou qualquer outra característica, pois estou sempre em transformação. Uma delas é a Huna.

A HUNA é um sistema simples e prático de conhecimentos psicológicos e filosóficos. é a sabedoria milenar dos antigos GUARDIÕES DO SEGREDO, os Kahunas havaianos, que nos auxilia a olhar para dentro de nós mesmos e a desvendar os mistérios que encerramos em nosso ser.
Dr Sebastião Melo - Coordenador Cultural da Associação de Estudos Huna

Por que estou falando disso agora ? Esta sou eu. Uma pessoa que presta atenção nos chamados e de que há algo importante para ser resgatado. E considero que com a prática de perceber cada um dos princípios, pode ser usado por qualquer pessoa, a qualquer momento.

Já há algum tempo o Havai me chama. Não somente pela maravilhosa e exuberante natureza, mas a relação do povo Havaiano com ela. O O princípio filosófico da H U N A é "não ferir, isto é, não causar sofrimento a si mesmo, aos outros e à natureza". Eu olho para esta frase e acho que ela é perfeita em si. Do que mais precisamos ?

Conheci esta filosofia na Laboriosa89, no Empreender-se em Rede. Mas acho que ela fazia parte de mim, pois era conhecida na essência bem no fundo do meu coração. Depois disso apareceram algumas pessoas que conheciam de perto a filosofia e aos poucos fui ficando conhecida dela. Como parte de mim.

Fiz um acordo com o jogo da transformação de que falaria mais sobre as Hunas, na tentativa de honrar os Aborígenes que a criaram, mas posso cair em equívocos por falar de algo que é muito maior que minha compreensão sobre ela, neste mundo. Eu vou falar de como a compreendo e isso pode, sem dúvida alguma, evoluir.

Os sete princípios do Xamanismo havaiano

1. O mundo é o que você pensa que ELE é. (IKE)

Se eu penso que o mundo não tem jeito, ele não terá. Se penso o contrário, o contrário será, pois a minha mente é quem coloca limite da manifestação. Digo limite no termo literal e ao mesmo tempo contraditória, pois é uma ilusão. Ela limita até onde consigo ir e ver. No uso da Aywaska eu percebi isso claramente. Fui abençoada em poder perceber a forma da mente e como ela me ludibria. E consegui ver isso durante a experiência. Eu pude ver quem era mente e quem era o Eu Superior falando. E observando a mente no dia-a-dia, estou muito mais consciente do que o mundo é de fato na reprodução do que penso ser.

2. Não há limites (KALA)

No Treinamento do Guerreiro do Mundo Emergente, proponho uma meditação que traduz isso. O rio que sai do topo de um montanha, vai passando por um caminho cheio de pedras, árvores, entre outras coisas de uma floresta. Ele chega ao Mar. No mar ele percebe que mesmo sendo rio é mar e o mar é o Todo. Assim penso ser. Não há limites. Somos UM e o UM é mais do que a soma entre eu e você e mais outros. É a soma e mais que isso. Não há limites para a expansão, para a consciência. Tudo o que nos faz pensar em limite, é ilusão.

3. A energia segue o fluxo do pensamento (MAKIA)

Onde coloco minha atenção, consciente, é onde coloco energia. No trabalho que faço com manifestação, no Treinamento, fica claro isso. Manifestamos onde colocamos o pensamento. Os bloqueios impedem o fluxo. Os bloqueios inconscientes definem os pensamentos, que por sua vez, manifestam o que está ali em energia. Quanto mais conscientes do que nos move interiormente, mais manifestamos em harmonia com a alma. Exemplo: manifestar o pagamento de uma conta. Se colocarmos o pensamento de que a única forma de pagar é com trabalho, será assim. Mas se abrirmos para o campo de possibilidades, outras aparecerão. Para chegar nisso, o exercício trabalha com a liberação de crenças. Para fluir.

4. Seu momento de poder é agora.(MANAWA)

Agora o que importa é o que estou escrevendo sobre a Huna. Este é meu momento presente. Não importa o que vai reverberar amanhã ou daqui uma hora, quando eu acabar o texto. O que importa é agora, o porque estou fazendo isso, com qual situação me comprometi. Qual intenção coloquei no texto. Por esta razão a procrastinação é o desafio. Ela nos tira do presente. Do momento do insight, da inspiração divina. E de manifestar o que é chamado da alma.

5. Amar é compartilhar com…. (ALOHA)

Poder do Amor. Meu norte, meu rumo, escolha. E julgar me tira deste lugar. Confesso que é onde coloco mais atenção. Quando estou julgando. Tenho os sinais no corpo, quando isso acontece. Quando julgo, deixo de compartilhar a mim mesma. Quando julgo me separo. Me acho péssima mãe, péssima amiga, péssima líder, péssima tudo. Estou julgando. Me afasto do Amor que sou, que somos. Quando supero o julgamento, compartilho sem medo, aberta ao que vem, incluo ao invés de excluir. Por isso, AMOR para mim é não excluir.

6. Todo o poder vem de dentro. (MANA)

Qualquer poder que tenho vem de dentro. De construir, de destruir, de escolher, de morrer, matar, superar, amar. As respostas para achar a harmonia estão dentro. É direito divino. E, muitas vezes, quando nos damos conta disso, vem o medo. Enorme medo. De não darmos conta do quanto é enorme e lindo este SER que sou. Este poder é parte do Todo. Por isso o Amor. Se amo, aceito qualquer aspecto.

7. A eficácia é a medida da verdade. (PONO)

É fazer a melhor coisa necessária naquele momento. Você pode ser eficiente no que for, mas sem eficácia, flexibilidade e visão da necessidade de mudança, não adianta. Busque mais disso com Oswaldo Oliveira. Não conheço melhor definição para uma melhor prática.

Estes são os princípios da HUNA. E partezinha do meu compromisso em falar dela. Espero que uma de minhas viagens seja para o Havai, para conhecer mais sobre esta tradição. Mas por hora, estou com MAKIA. Colocando energia na PATAGÔNIA.

Entre as consultas para criar este texto, descobri este SITE que é bem legal, sobre Hunas.

E encontrei esta parte de texto que me chamou atenção sobre os Kahunas e quem a ver com muito do que penso:

Os antigos "Kahunas", sacerdotes estabelecidos no Havaí, chamavam a energia curativa que possuímos, de "mana" e o sistema que empregavam para utilizá-la, denominavam "huna".
Naquele tempo, o natural e o sobrenatural eram a mesma coisa. O mana era considerado um simples ato de magia e não havia céticos para negar sua existência.
A palavra huna significa segredo e a palavra kahuna significa aquele que guarda segredo. Este segredo é o conhecimento de como fazer acontecerem os milagres, seja na cura ou na vida diária.
Ninguém sabe exatamente a origem dos Kahunas. Alguns vêem uma ligação entre eles, os primitivos astronautas e os Continentes perdidos. Sua história chegou até nós oralmente e as lendas, naturalmente, variam. Provavelmente os primeiros Kahunas eram membros de 12 tribos antigas que viviam no Saara, quando este ainda era verde e viçoso. Ao se tornar árido, mudaram-se para o Egito de onde, talvez, seus segredos tenham sido usados na construção das pirâmides e na formação básica de várias religiões misteriosas. Finalmente, devido ao temor e à repressão, abandonaram o Egito e se estabeleceram no Havaí, embora haja quem diga que uma tribo voltou à África e se fixou nos Montes Atlas. por Silvia Addor

Também conheço esta COMPILAÇÃO de informações que pode ser útil.

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beijos

com amor.